A carência de todos nós

Desde os primórdios, no tempo das cavernas, o homem já se organizava em grupos, daí a afirmação de que ele é um ser gregário, isto é, que necessita se agregar para viver.  Para Aristóteles o “homem é um animal social”. Sim, somos animais que dependemos uns dos outros e mais que isso, somos carentes de afeto. Quando buscamos o reconhecimento nas coisas mais simples que fazemos  queremos na verdade é o  afeto daqueles que nos rodeiam. No nosso trabalho, na escola, no futebol de fim de semana, no encontro festivo do bar, na igreja, na praia… Precisamos nos sentir “amparados” para realmente  alcançarmos a felicidade. Assim sendo, a autossuficiência (não confundir com o conhecimento de si mesmo: autoconhecimento) não passa de um perigoso caminho que leva o homem ao egocentrismo, ao egoísmo, e fat1almente a solidão. Portanto desconfie da pessoa que se diz definitivamente independente de todos, que se basta a si mesmo.

Nós precisamos da nossa família, dos nossos amigos, dos nossos vizinhos, dos transeuntes anônimos, enfim de todos quantos nos rodeiam. São eles que formam o mundo de cada um de nós. Um mundo que faz sentido existir e sem o qual, a nossa vida não teria uma razão de ser.

Carecemos desse mundo que  construímos através das nossas relações humanas; um mundo que nos abrace com a generosidade de uma família e  com a sinceridade de um amigo. Precisamos da compreensão de um vizinho, da  tolerância de um anônimo. Um mundo que venha de encontro a carência de todos nós.

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A carência de todos nós

Desde os primórdios, no tempo das cavernas, o homem já se organizava em grupos, daí a afirmação de que ele é um ser gregário, isto é, que necessita se agregar para viver.  Para Aristóteles o “homem é um animal social”. Sim, somos animais que dependemos uns dos outros e mais que isso, somos carentes de afeto. Quando buscamos o reconhecimento nas coisas mais simples que fazemos  queremos na verdade é o  afeto daqueles que nos rodeiam. No nosso trabalho, na escola, no futebol de fim de semana, no encontro festivo do bar, na igreja, na praia… Precisamos nos sentir “amparados” para realmente  alcançarmos a felicidade. Assim sendo, a autossuficiência (não confundir com o conhecimento de si mesmo: autoconhecimento) não passa de um perigoso caminho que leva o homem ao egocentrismo, ao egoísmo, e fat1almente a solidão. Portanto desconfie da pessoa que se diz definitivamente independente de todos, que se basta a si mesmo.

Nós precisamos da nossa família, dos nossos amigos, dos nossos vizinhos, dos transeuntes anônimos, enfim de todos quantos nos rodeiam. São eles que formam o mundo de cada um de nós. Um mundo que faz sentido existir e sem o qual, a nossa vida não teria uma razão de ser.

Carecemos desse mundo que  construímos através das nossas relações humanas; um mundo que nos abrace com a generosidade de uma família e  com a sinceridade de um amigo. Precisamos da compreensão de um vizinho, da  tolerância de um anônimo. Um mundo que venha de encontro a carência de todos nós.

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Um simples “bom dia”.

Enquanto aguardava meu amigo Marcos, representante  comercial como eu, concluir o atendimento de seus clientes naquela cidade, sentei-me a sombra de uma palmeira, no muro do canteiro ao lado da Igreja Matriz. Já estava bem próximo do meio-dia e as pessoas e os carros passavam apressadamente, como já o fizeram ao longo daquela manhã. Ninguém parecia querer perder tempo. Aliás, as pessoas mal se olhavam. Pus-me a folhear o livro sagrado, catando uma passagem aqui outra acolá. De repente ouvi, com toda reverencia possível um festivo “bom dia!”. Levantei as vistas e contemplei a figura de um ancião empurrando a sua bicicleta na subida da ladeira. Agradecido, respondi-lhe afetuosamente “bom dia!”. Ele parou, conversamos um pouco, despediu-se e seguiu o seu rumo.

Naquele momento lembrei que há mais ou menos dez anos atrás, eu estava na recepção de uma empresa aguardando atendimento, junto com mais umas cinco pessoas,  quando o Sr. Clemente ,“Seu Quelé” como era conhecido na cidade,  bradou na entrada do recinto: “bom dia gente!”. Ninguém lhe respondeu, inclusive eu concentrado na leitura de um livro. “Seu Quelé” então nos disse: “Minha gente, tenham educação; o que é isso? Quando a gente dá um bom dia as pessoas devem responder também: “bom dia”. Quanto custa ?”.  Talvez pela aparência humilde daquele homem; ou por desinteresse das pessoas umas pelas outras; ou por falta de educação mesmo; seja lá pelo que for, o “bom dia” do Seu Quelé, tão afetuoso, tão festivo, tão sincero não teve reciprocidade.

Ora mas por que escrever sobre esta bobagem? Sobre um “bom dia” ?. A resposta pode ser: porque é o mínimo que podemos fazer por outras criaturas, por nossos semelhantes.  Cumprimentá-los, desejando-lhes um bom dia pode ser o começo de algo bom, além de evidenciar educação e civilidade.

A propósito,  o texto que eu lia na praça tinha uma mensagem forte e difícil: “Amarás o teu próximo como a ti mesmo”. Esse ensinamento porem parece utópico e distante da nossa capacidade de praticá-lo.  Comecemos o dia então com um simples “bom dia” a quem encontrarmos pela frente.

 

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Um simples “bom dia”.

Enquanto aguardava meu amigo Marcos, representante  comercial como eu, concluir o atendimento de seus clientes naquela cidade, sentei-me a sombra de uma palmeira, no muro do canteiro ao lado da Igreja Matriz. Já estava bem próximo do meio-dia e as pessoas e os carros passavam apressadamente, como já o fizeram ao longo daquela manhã. Ninguém parecia querer perder tempo. Aliás, as pessoas mal se olhavam. Pus-me a folhear o livro sagrado, catando uma passagem aqui outra acolá. De repente ouvi, com toda reverencia possível um festivo “bom dia!”. Levantei as vistas e contemplei a figura de um ancião empurrando a sua bicicleta na subida da ladeira. Agradecido, respondi-lhe afetuosamente “bom dia!”. Ele parou, conversamos um pouco, despediu-se e seguiu o seu rumo.

Naquele momento lembrei que há mais ou menos dez anos atrás, eu estava na recepção de uma empresa aguardando atendimento, junto com mais umas cinco pessoas,  quando o Sr. Clemente ,“Seu Quelé” como era conhecido na cidade,  bradou na entrada do recinto: “bom dia gente!”. Ninguém lhe respondeu, inclusive eu concentrado na leitura de um livro. “Seu Quelé” então nos disse: “Minha gente, tenham educação; o que é isso? Quando a gente dá um bom dia as pessoas devem responder também: “bom dia”. Quanto custa ?”.  Talvez pela aparência humilde daquele homem; ou por desinteresse das pessoas umas pelas outras; ou por falta de educação mesmo; seja lá pelo que for, o “bom dia” do Seu Quelé, tão afetuoso, tão festivo, tão sincero não teve reciprocidade.

Ora mas por que escrever sobre esta bobagem? Sobre um “bom dia” ?. A resposta pode ser: porque é o mínimo que podemos fazer por outras criaturas, por nossos semelhantes.  Cumprimentá-los, desejando-lhes um bom dia pode ser o começo de algo bom, além de evidenciar educação e civilidade.

A propósito,  o texto que eu lia na praça tinha uma mensagem forte e difícil: “Amarás o teu próximo como a ti mesmo”. Esse ensinamento porem parece utópico e distante da nossa capacidade de praticá-lo.  Comecemos o dia então com um simples “bom dia” a quem encontrarmos pela frente.

 

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O Exército do Senhor

Não sou religioso. Tento ser cristão sem ter religião. Não quero  discriminar nenhuma crença, respeitando a todas, mas as vezes falho. Não quero ter preconceitos de nenhuma natureza, mas ainda luto para removê-los do meu coração. Não trago em mim todas as certezas, aliás, a minha própria humanidade reserva-me o direito de ter incertezas. Justamente por ser humano, normalmente aponto primeiro os defeitos dos outros para depois, às vezes  com ajuda de outras pessoas,  enxergar os meus próprios defeitos. Sou muito bom para criticar mas muito mal para construir. Venho vivendo de braços cruzados no sentido de que deveria estar atento a alguns ensinamentos do Cristo, aos quais eu tento apreender. O mais importantes deles “ama a teu próximo como a te mesmo” me parece utópico e distante de mim.

Mas existem pessoas a minha volta e com as quais convivo, que se tornam cada vez mais um incentivo para eu descruzar  os meus braços. Trata-se dos componentes do “Exercito do Senhor”. São homens e mulheres de fé, cristãos,  que estão se dedicando e vivendo o principal mandamento de Cristo. Para descrever sobre este projeto, vou apenas transcrever na integra a “Carta aos Colaboradores” feita por eles:

 

Caro Colaborador,

 

A proposta do “Exército do Senhor”  é levar esperança aos desvalidos. Àquelas criaturas cujas vidas estão sendo tragadas pelo vício nas drogas; àquelas pessoas que se tornaram moradoras de rua e estão distantes de suas famílias; ou ainda àqueles que nunca tiveram propriamente uma família.

É um trabalho executado por pessoas de bem, abnegadas, sem condições materiais, mas que, supridas por boa vontade, coragem  e fé,  entregam-se  nas ruas, à noite,  levando alívio e alento às pessoas necessitadas de todas as carências.

Este labor não é exclusividade de nenhuma igreja, ou de um grupo fechado. Não tem conotações políticas. Os seus participantes preferem sempre o anonimato aos holofotes.   Aqui o líder é Jesus Cristo, a ordem é o amor, a compaixão e a misericórdia. Servi-LO vai além de freqüentar templos. Buscar os perdidos, cuja salvação não apenas depende da ajuda material como também, e principalmente, do alimento espiritual é o objetivo primeiro. Colocar o homem de pé, restituindo-lhe a dignidade e o seu valor é uma árdua tarefa que não se pode realizar sem Deus.

Por sua boa vontade e colaboração espontânea, somos gratos desejando que Deus ilumine a sua vida e a sua família.

 

EXERCITO DO SENHOR

Porque dele e por ele, e para ele, são todas as coisas

Romanos 11:36

                                                

                            CONTATO: 77 8834-6001 / 9131-0408 Marcos

 

Senti-me motivado a descruzar os braços. O meu primeiro passo é esta divulgação. Conheço o caráter e a idoneidade dos fundadores e participantes. Acredito neste projeto.

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O Exército do Senhor

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Qual é o seu nome ? Onde você mora ?

Sob forte neblina e frio ela estava sendo seguida obstinadamente por dois bem maiores do que ela. Eles não lhe davam trégua. Ela subia e descia a rua e eles lá. Aos dois somaram-se mais dois e depois mais um. Agora eram cinco disputando entre si o privilégio de possuí-la. Suja e lambida por aquelas feras, no cio, ela parecia perdida. Cansaço, fome e sede roubavam a majestade do seu pedigree. Já estava há pelo menos dois dias na rua vagando sem rumo. Pelo que lhe restava de ornamento nas orelhas, além das unhas pintadas, apesar da sujeira adquirida no ermo das ruas, aparentava ser  um cão bem amado. Ela não era “cachorra sem dono”. Mas…, qual seria o seu nome? De que rua ou bairro? De onde viera finalmente? Não estaria àquela hora uma criança chorando pelo desaparecimento de sua querida amiguinha? Perguntas sem resposta.

Diante da entrada na nossa garagem, aquela poodle insistentemente latia como se pedisse ajuda. Ela chegava e retirava-se. Fez e isso por muito tempo naquela noite fria, até que o nosso coração se inquietou. Bastou abrir o portão e ela entrou como se fosse a sua casa. Lembrei-me que, há algum tempo, minha neta passeando na rua comigo, ao encontrar um cãozinho, aproximou-se dele e lhe fez as seguintes perguntas: “Qual é o seu nome?”, “Onde você mora?”. É isso que gostaríamos de saber. Se ela tivesse na coleira  ao menos um telefone para contato, tudo se resolveria.

Tomamos algumas providências para que os seus donos sejam encontrados: Facebook, anúncio em rádio e em pet shops, mas até agora nada. Oxalá venham logo, pois ela (ainda sem um novo nome) está à espera e quanto mais o tempo passa, o nosso coração se acorrenta, o nosso amor aumenta….

 

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Qual é o seu nome ? Onde você mora ?

Sob forte neblina e frio ela estava sendo seguida obstinadamente por dois bem maiores do que ela. Eles não lhe davam trégua. Ela subia e descia a rua e eles lá. Aos dois somaram-se mais dois e depois mais um. Agora eram cinco disputando entre si o privilégio de possuí-la. Suja e lambida por aquelas feras, no cio, ela parecia perdida. Cansaço, fome e sede roubavam a majestade do seu pedigree. Já estava há pelo menos dois dias na rua vagando sem rumo. Pelo que lhe restava de ornamento nas orelhas, além das unhas pintadas, apesar da sujeira adquirida no ermo das ruas, aparentava ser  um cão bem amado. Ela não era “cachorra sem dono”. Mas…, qual seria o seu nome? De que rua ou bairro? De onde viera finalmente? Não estaria àquela hora uma criança chorando pelo desaparecimento de sua querida amiguinha? Perguntas sem resposta.

Diante da entrada na nossa garagem, aquela poodle insistentemente latia como se pedisse ajuda. Ela chegava e retirava-se. Fez e isso por muito tempo naquela noite fria, até que o nosso coração se inquietou. Bastou abrir o portão e ela entrou como se fosse a sua casa. Lembrei-me que, há algum tempo, minha neta passeando na rua comigo, ao encontrar um cãozinho, aproximou-se dele e lhe fez as seguintes perguntas: “Qual é o seu nome?”, “Onde você mora?”. É isso que gostaríamos de saber. Se ela tivesse na coleira  ao menos um telefone para contato, tudo se resolveria.

Tomamos algumas providências para que os seus donos sejam encontrados: Facebook, anúncio em rádio e em pet shops, mas até agora nada. Oxalá venham logo, pois ela (ainda sem um novo nome) está à espera e quanto mais o tempo passa, o nosso coração se acorrenta, o nosso amor aumenta….

 

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Capitalismo x Socialismo no Bar de S. Joel

Não há pauta para as reuniões (sempre as sextas-feira) no Bar de S. Joel. Os assuntos vão surgindo aleatoriamente e os debates vão se formando. Este grupo, que se reúne semanalmente,  é composto de amigos, na sua maioria com30 a40 anos de amizade.

Embora a eloquência dos debates chega  a chamar atenção de quem passa em frente ao Bar, tudo normalmente acaba muito bem, com muita gargalhada e gozação.

Alguns participantes, sinalizando serem  de direita,  acusam o governo brasileiro,  denunciando e anunciando as mazelas do presente e as que hão de vir sobre o país. Os que se julgam de esquerda, evitam a discussão sobre o “mensalão” e  apelam para a memória histórica da prática  de corrupção em Brasília e dos anos seguidos do domínio da chamada direita, sem grandes resultados. E por aí vai….

A nossa mesa, repudia o poder financeiro como diferenciador, nivelando os frequentadores independente de sua posição social;  despreza assuntos fúteis como por exemplo,  o consumismo;  ignora a presença de quem quer que seja que se julgue melhor que os outros;  sempre joga na mega-sena em grupo na busca do capital  para felicidade plena, quem  sabe até deixar de trabalhar.  Essa mesa é capitalista ou socialista ? Vai saber….

No final do debate da semana passada alguém, da direita, colocou uma nota de 20,00 sobre a mesa ao mesmo tempo que dizia: “Aí está o capital. Eu vou pegar e plantar feijão na minha fazenda e assim o capital vai crescer. Sem  capital,  nada feito”. O outro rebateu: “Tudo bem. Se o deixarmos sobre a mesa, daqui um ano, ele estará até desvalorizado e já não serão os 20,00.

Concordamos, disse o segundo ao primeiro, que ele tem que passar pela produção para aumentar o seu valor. Mas a produção implica inevitavelmente a existência de quem faz o capital crescer: o trabalhador. Como ele não vai usufruir do lucro como você, você é o explorador e ele o explorado. Não há  como fugir disso – completou.

A esta altura o tom de voz da rapaziada,  em debate, estava no máximo. Mas ai alguém gritou com uma nota na mão: “Aqui está o capital. S. Joel é o trabalhador. Traga mais uma geladinha aí S. Joel !!! “ E todo mundo caiu na risada.

 

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Capitalismo x Socialismo no Bar de S. Joel

Não há pauta para as reuniões (sempre as sextas-feira) no Bar de S. Joel. Os assuntos vão surgindo aleatoriamente e os debates vão se formando. Este grupo, que se reúne semanalmente,  é composto de amigos, na sua maioria com30 a40 anos de amizade.

Embora a eloquência dos debates chega  a chamar atenção de quem passa em frente ao Bar, tudo normalmente acaba muito bem, com muita gargalhada e gozação.

Alguns participantes, sinalizando serem  de direita,  acusam o governo brasileiro,  denunciando e anunciando as mazelas do presente e as que hão de vir sobre o país. Os que se julgam de esquerda, evitam a discussão sobre o “mensalão” e  apelam para a memória histórica da prática  de corrupção em Brasília e dos anos seguidos do domínio da chamada direita, sem grandes resultados. E por aí vai….

A nossa mesa, repudia o poder financeiro como diferenciador, nivelando os frequentadores independente de sua posição social;  despreza assuntos fúteis como por exemplo,  o consumismo;  ignora a presença de quem quer que seja que se julgue melhor que os outros;  sempre joga na mega-sena em grupo na busca do capital  para felicidade plena, quem  sabe até deixar de trabalhar.  Essa mesa é capitalista ou socialista ? Vai saber….

No final do debate da semana passada alguém, da direita, colocou uma nota de 20,00 sobre a mesa ao mesmo tempo que dizia: “Aí está o capital. Eu vou pegar e plantar feijão na minha fazenda e assim o capital vai crescer. Sem  capital,  nada feito”. O outro rebateu: “Tudo bem. Se o deixarmos sobre a mesa, daqui um ano, ele estará até desvalorizado e já não serão os 20,00.

Concordamos, disse o segundo ao primeiro, que ele tem que passar pela produção para aumentar o seu valor. Mas a produção implica inevitavelmente a existência de quem faz o capital crescer: o trabalhador. Como ele não vai usufruir do lucro como você, você é o explorador e ele o explorado. Não há  como fugir disso – completou.

A esta altura o tom de voz da rapaziada,  em debate, estava no máximo. Mas ai alguém gritou com uma nota na mão: “ Aqui está o capital. S. Joel é o trabalhador. Traga mais uma geladinha aí S. Joel !!!  E todo mundo caiu na risada.

 

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