Monthly Archives: fevereiro 2010

As indústrias e os canais de distribuição

Estive recentemente na Convenção da  Coniexpress S.A. (fabricante da marca QUERO e líder nacional no seguimento) , um grande evento nacional que acontece anualmente e que tem por objetivo a  premiação de  representantes, distribuição de  prêmios de incentivos pelas vendas … Continue reading

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XXIII – A floração dos umbuzeiros

Depois de tocar a campainha várias vezes, o rapaz já ia desistindo quando abriu-se a porta da casa. – Pois não? – É aqui que mora Seu Genário? – Sim, sou eu mermo. Pode dizê. – É que eu fui … Continue reading

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XXII – A tristeza

Climério bateu na portinhola da casinha simples. Ninguém atendeu. Ele gritou: – Mãe, sou eu, Climério, seu fí… abre aqui. Cheguei mãe… vortei! Nada. Ninguém lá dentro. Nenhuma resposta. Climério forçou a porta e adentrou procurando por sua mãe e … Continue reading

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XXI – O retorno

Da janela, Maria Clara avistou bem ao longe, um homem na estrada, vindo na direção de sua casa. A imagem trêmula desfigurada pelo calor que subia do chão, a impediu de reconhecer quem era, imediatamente. Mas logo, seus olhos brilharam … Continue reading

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XX – A retirada

Climério teve alguns encontros com Boi no decorrer daqueles três meses… Não conseguia, no entanto, descobrir quase nada da vida dele, desde que saiu de Riachinho. Sabia apenas com certeza, que ele continuava só, sem família, sem ninguém e mantinha … Continue reading

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XIX – A saudade

Em meio a tanta gente, apesar de estar trabalhando no mesmo bloco que Boi, Climério não conseguiu localizá-lo. O dia rompeu e se foi sem que ele conseguisse um novo contato. Para ele, a maior alegria era encontrar um conterrâneo … Continue reading

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XVIII – O reencontro

Antes de seis horas da manhã todos da casa já haviam tomado café e Climério já estava novamente pronto para “correr trecho” em busca de trabalho. Dolores apanhou sua inseparável Bíblia, despediu-se do pai e da mãe. Chegando para Climério, … Continue reading

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XVII – A conversa

No dia seguinte, depois de acomodado no quarto dos rapazes da casa, Climério pegou sua mochila, certificou-se que os seus documentos estavam em ordem, despediu-se do pessoal da casa: – Vô correr trecho, sé devo vortá de noite. Para aqui, … Continue reading

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XVI – O encontro

A rodoviária de São Paulo estava como um formigueiro. Climério desceu do ônibus sem se preocupar com bagagem pois trazia apenas uma sacola de mão. De repente ele ouviu: – Tio Climério! Ei…! Aqui! Ele girou olhando para todos os … Continue reading

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XV – A partida

Duas lágrimas apenas rolaram na face de Maria Clara. Seus filhos não choraram, endurecidos, pareciam entender a situação como se fossem adultos. – O sinhô vem buscá nóis pai? – Perguntou Alexandre, o mais velho. – Tô ino qui é … Continue reading

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